Ler é magia pura.
As revistas eram de minha cunhada que adorava ler fotonovelas e livros de histórias de amor, então considero aquela moça, míope, minha cicerone.
Não tive problemas com as letras, gostava de ler tudo, meu pai colaborou bastante com gibis, tinha coleções, também com o preferido dele, álbuns de figurinhas. Mas aos onze anos, achando-me adolescente pulei para leituras proibidas, Sabrina. Minha mãe lia todos os dias a Bíblia, imagina se me pegasse lendo aquelas histórias, seria meu fim.
Graças a um sebo que havia perto de casa, aos doze já tinha lido Dom Casmurro, Capitães da Areia, tão atual, e Triste fim de Policarpo Quaresma, este meu preferido, acho que minha irmã tinha razão!
Hoje leio bastante para meus alunos e sei que muitos desenvolvem o gosto pela leitura, o trabalho prazeroso torna tudo mais fácil.
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